Ronca Ronca


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Tico-tico

10 de abril de 2014

z´+ arcade fire…

Filed under: show,torcida

“E aí Maurício…sobre o Arcade fire, por muito pouco o seu texto não me convenceu a ficar em casa,  já que concordo com você, esse último disco, “reflektor”, até hoje não me desceu muito bem (ainda que eu tenha escutado apenas duas vezes quando saiu, e ainda não dei outra chance pra ele).

Mas enfim, pensei, pensei, e como a banda tinha (e ainda tem) o saldo positivo comigo, quando deu nove horas da noite, resolvi fazer um esforço ir pro Citibank hall (evito ao máximo ir pra barra pra mim é sinônimo de perrengue ir e voltar, mas dessa vez, milagrosamente, achei um ônibus que fez o trajeto da minha casa até o via parque em menos de vinte minutos, na ida e na volta); chegando lá ainda dei a sorte de encontrar um sujeito vendendo um ingresso pra “pista premium”  mais barato que o da pista comum.Entrando lá,foi uma surpresa ver o espaço tão vazio (inclusive colocaram uma grande cortina preta atrás do público, eliminando metade da pista, pra que desse a ilusão que a platéia estava cheia, caso contrário, teria ficado feia a situação.Teria sido bem melhor se tivessem feito no circo voador, mas enfim…
Abriram com duas músicas do último album, e tudo soava morno, e como você disse, excessivamente “processado”(até o suicide ou o soft cell soariam mais orgânicos), a ponto de mesmo eu estando a menos de dez metros do palco, não conseguir distinguir direito de que instrumento saia cada som – parecia estar saindo tudo do teclado, rs. Além disso, o som estava baixo. Mas aí o show começou a engrenar…e já na terceira música o som melhorou bastante (provavelmente devem ter feito alguns ajustes) e ficou bacana.Focaram o repertório principalmente nas músicas do Funeral e do reflektor (quase nada do neon bible e do suburbs).Enfim, arrisquei, seria melhor correr o risco de me arrepender por ter ido do que o de não ter ido (seria o mínimo, já que tinha aberto mão de ir pro Lollapalooza…e era uma das pouquíssimas bandas do festival que eu realmente queria ver), mas devo dizer que, apesar de ter sido bacana, gostei bem mais do outro show que vi deles, em 2005, quando eu nem sequer os conhecia.Esse não conseguiu me “hipnotizar”, nem prender minha atenção por muito tempo, e volta e meia eu me flagrava durante o show pensando se teria ônibus na hora de voltar, entre outras amenidades… mas o problema deve ser mesmo comigo, já que está todo mundo falando tão bem, rs.O fato é que eu trocaria fácil esse show por um da turnê do Neon bible, ou até mesmo do Suburbs, discos que eu gostei bem mais que esse.Fazendo uma média entre repertório, disposição, alegorias e adereços, harmonia, presepadas, etc, daria um 7,5 pra turma do Win Butler e Regine (deu pra passar, mas enfim…poderia ter sido melhor). Abraço”     Z´


6 de abril de 2014

lolla picado + bagulho doido…

Filed under: historinhas,show

êita… cheguei bem tarde à TV.

mas a vibe começou cedo… papo de 11h… quando cruzei com o alfredinho.

a peça estava do outro lado da rua e gritou:

- maurição, tá sabendo que o josimar vai tocar lá no lulapalusa?

- hein?

- é… o josi do fogão fez uma banda e vai tocar no lula, hoje

- porra, alfredinho! tu já tá chamberlain total? não seria o johnny marr?

nesse instante, um ônibus se colocou entre nós… e o papo cortado!

no que liguei a TV, uma das mocinhas do canal bis disse:

- em instantes, jake bugg que vem sendo chamado de novo bob dylan!

hahaha… começamos bem!

mas o fato é que o caboclo inglês, de 20 anos, está muito além da maioria absoluta do que a garotada tem para ouvir, hoje!

talentoso, no vácuo do arctic monkeys, bonitinho, sem marra, bom gosto, produzido por rick rubin…

e uma vasta soma de $$$ para alavancar/manter a carreira!

a mais recente edição da revista MOJO (blondie na capa) traz uma grande matéria com ele.

entre os discos favoritos de jake está…

pronto, depois dessa, ele tem sinal verde para fazer o que bem entender!

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nesse momento, ele está tocando “hey hey, my my”, de neil young, no lulapalusa…

e a platéia parece não ter idéia do que se trata… ”normal”… é “assim mesmo”.

vou correr atrás dos discos dele para tocar no roNca e recomendar àTRIPA.

a jovem ala das meninas ronqueiras vai subir pelas paredes… é paixão na certa!

acabei dando uma travada na transmissão… pra voltar com um arcade fire ali… um new order aqui!

o mais bacana de tudo é ter os dois, LIVE, na telinha! D+!

acabei sem testemunhar o josimar, quer dizer… o johnny marr…

e foi impressionante a quantidade de inutilidades no festival, hein?

virando o disco… mas no tema:

fui catar os gols do domingo e dei com os cornos com os segundos iniciais da estréia do programa superstar, na vênus!

mamãe… que bagulho é esse?

lascou!

(lembra ali de cima em que jake cantou “hey hey, my my” – de neil young- e ninguém conhecia no lulapalusa?)

quer dizer… é isso aí, galera… vamu nesssssssa… UHU…

e não deixe de entrar no aplicativo do $uper$tar!



5 de abril de 2014

picadinho de lolla & felipetinha…

Filed under: fotografia,show

a maratona começou a ser transmitida bem cedo… portanto, deu para dar uma zoiada em alguns momentos.

de cara, 10 nota 10 para os canais bis e multishow pelas transmissões simultâneas…

gosto bastante da equipe que trabalha neles.

é muito fácil criticar alguém que está AO VIVO com trocentos pentelhos pentelhando no fone…

+ todas as dificuldades técnicas… e pessoais.

afinal, poucos dali possuem experiência nessa gaveta da comunicação.

 (por quê o massari não é aproveitado? acho que a razão vem a seguir)

aí, você pergunta?

- então, maurição, você acha a transmissão boazona?

não é o que poderia ser… mas o X da questão não são as pessoas envolvidas…

e sim, o formato idealizado pelos responsáveis!

esse jeitinho de noticiar não diz respeito apenas à transmissão do lolla… ele é o mesmo para festival de verão de salvador,

festival terra, rock in rio, planeta atlântida e buraco da cobra fest! captou?

o formato é uma armadura intransponível… dureza de aturar.

não há espaço para opinião, sagacidade e crítica.

o importante é passar informações básicas sobre os artistas e correr o risco das entrevistas.

e, principalmente, ocupar o tempo entre os shows.

no desfile chapa-branca, não tem importância se é a ivete-NIN-disclosure-capitalinicial-blackkeys-netinho-mumuzinho-

D2-QOTSA-bonjovi… ou o diabo aquático!

sendo assim, a tchurma da apresentação é, meramente, figuração cenográfica… não fede nem cheira pra quem busca algum

tipo de cumplicidade camarada fora “quantos discos tem/onde tocou/quantos filhos tem”.

lógico que muito acima dessa configuração engessada está o padrão das emissoras onde critério (musical) é algo bem ralo.

enfim…

- a música da lorde ainda não me beliscou… mas só o fato dela ser totalmente foreta dos padrões já me faz gostar dela

- na boa, o quê é o imagine dragons? parece que eles escolhem o pior do U2, o pior do the killers e fazem um treco ainda pior!

- e o phoenix? num certo momento, entrou um tuite na tela da TV: “que fofos”! BINGO! ARGH!

- casablancas? hahaha… pensei que fosse hermes e renato especial lolla!

- no que entrou o NIN – mesmo eu não gostando – o festival tomou ares de algo verdadeiro! aleluia, senhor!

- e o muse? PQParille ainda bem que proibiram a transmissão!!! obrigadão!!!

- liguei agora, são 22:52… e o disclosure está no ar… tô legal, chega de lollinha por hoje!

vou ver as fotocas que a xeretinha fez da felipetinha…

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24 de março de 2014

omar por blackhill…

Filed under: fotografia,show,torcida — Tags:

“depois de baez, no rio (sexta), peguei o busão pra são paulo… show bonito do sírio, ontem. o som é muito cascudão, frenético, muito divertido pra ouvir, mas não sei se dá pra chamar de putashowfodameu, pq o Rizan Sa’id fica concentradão nos teclados e o Omar é contido, apesar de solicitar muitas palmas da platéia, he-he”

Blackhill

(seguem fotos registradas pela câmera sarapa de celular)
enquanto esperava o show começar, passou Omar pela pista tranqüilão à paisana, com essa vestimenta da passagem de som:
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22 de março de 2014

baez, ontem…

Filed under: fotografia,show — Tags:

pela lista das músicas cantadas – nas mãos de blackhill –  joan baez manteve a vibe dos shows de santiago e buenos aires.

“mulher rendeira” (= maria bonita), “caminhando e cantando”,” cálice” e outras de seu repertório latino montaram a feição brazuka da noite, ontem, no teatro bradesco (rio).

ao contrário de colegas que chegam por aqui querendo jogar pra torcida com músicas brasileiras, baez sempre esteve próxima ao nosso cancioneiro. “manhã de carnaval”, “o cangaceiro”, “bachianas brasileiras” e  ”até amanhã” estão em seus primeiros Lps.

acompanhada por dirk powell (violão, baixo, piano) e pelo filhote gabriel harris (percussão) não ficaram de fora clássicos como “farewell angelina”, “it’s all over now, baby blue”, “the house of the rising sun” e outras tantas que estão identificadas aqui em cima.

pra fechar, mandou “diamonds and rust”, composição dela para mister dylan, lançada no álbum de mesmo nome, em 1975…

a música que eu mais queria ouvir!!! UAU!!!

felizmente, não rolei na lama nem chupei manga como nos shows do echo e de wilko johnson… mas deixei a cadeira do teatro devidamente ensopada e avariada… PQParille, delirei, fui a lugares nunca dantes visitados, tremeliquei, deeeeep…

a parte mais funda da piscina… brutal!

foi previsto, ontem, aqui no tico… mas caê não apareceu… em compensação:

gil e miltão deitaram os cabelos em “imagine” e “cálice”!

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20 de março de 2014

joan chegou…

Filed under: historinhas,show,youtube — Tags:

é isso, Ela já passou por porto alegre… e, amanhã, estará no rio de janeiro.

pelas vibes dos shows em buenos aires e santiago, baez tem contextualizado sua presença às cidades nas quais se apresenta…  com repertório e convidados flutuando à vontade.

portanto, os shows no rio & são paulo terão – as usual – fortíssimas conexões políticas. não só por Ela sempre ter sido impedida de cantar aqui… como também pela aproximação dos cinquenta anos do golpe militar.

para aquecer as datas brasileiras, joan já vem interpretando “cálice” de chico buarque… e não dúvido de um tal caê aparecer no palco!

só falta Ela começar os shows com a vinheta do roNca: “chegou a hora do pau comer”!

prestenção no setlist de buenos aires com couves de john fahey e victor jara (entre outros)…



23 de janeiro de 2014

por falar em joan baez, os ingressos…

Filed under: historinhas,show — Tags:

para o show no rio de janeiro (21março / teatro bradesco) já estão à venda…

por preços bem razoáveis;

platéia – 150 merréis (inteira)

balcão – 50 merréis (inteira)

lembrando que clientes do banco embolsam 25% de desconto.

o teatro é novíssimo e tem capacidade para 1000 testemunhas sentadas.

onde fica o gerente para aTRIPA dar um toque e ele trazer nick cave…

e tom waits!

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16 de dezembro de 2013

é deus, mamãe (3)…

Filed under: historinhas,show,torcida — Tags:

aqui estão as emocionantes letrinhas de z´(da mar´) sobre os encontros – de sábado e domingo – com elomar, no rio de janeiro:

“Às vezes, em minhas elocubrações etílicas semi-delirantes, concebo listas, quase que instintivamente, como forma de passatempo até o sono chegar, em noites insones.E na lista de shows que eu gostaria ver (pensando apenas nos que são possíveis, ou seja, de artistas vivos, naturalmente), vem à tona nomes recorrentes como David Bowie, Tom Waits, Neil Young, Van Morrison, João Gilberto, Peter Hammill, Richard Thompson, Robert Fripp, John McLaughlin, Leonard Cohen e…Elomar. Felizmente, ele acaba de sair dessa lista de pretensões e se tornou algo realizado (assim como o objetivo de ver Grant Hart, Bob Mould, Bruce Springsteen e Walter Franco também se tornaram…ô ano bom esse de 2013, ao menos no que diz respeito a shows).No entanto, ver o Elomar era um objetivo que estava alguns palmos acima de ver a maioria dos outros citados.
           Há dez anos (03 de outubro de 2003), em uma viagem de ônibus da Bahia para o Rio, de tanto bater, parou o coração do meu pai, e assim ele passou dessa pra melhor.Como eu não estava em casa e tinha passado a noite fora (e não tinha celular, estava incomunicável), só fiquei sabendo do fato na tarde do dia seguinte.Meu irmão tinha ido pra Bahia na véspera, pro enterro, e já era tarde demais pra que eu também fosse.Me restou lamentar por ter que me ausentar na despedida.Ao voltar de lá, o meu irmão trouxe uma cópia de um cd que se tornou a minha trilha sonora por um bom tempo: era o mesmo album que você levou pra ser autografado ontem, “na quadrada das águas perdidas”.
           Até então, o meu contato com a música dele era superficial.Conhecia uma ou outra gravação avulsa, além de um disco do Xangai em que toca músicas do Elomar . Gostei de tudo, mas o impacto causado por essas audições ainda não haviam sido suficientes pra me deslumbrar, o que só aconteceu quando conheci o “Na quadrada das águas perdidas”.Às vezes acontece dessas coisas.Quantas vezes não gostei de uma música ou um artista no primeiro contato, e lá pela quarta ou quinta audição é que a minha percepção praquela coisa em especial se alterou (o contrário também acontece, gostar de algo de cara, e depois ver que é uma porcaria, mas isso é mais dificil de acontecer, rs)…enfim. O fato é que  ver um show do Elomar se tornou um objetivo pra mim.Nem fiquei sabendo desse show de 2005, algo que lamento bastante.O vi em 2010 na virada cultural de São Paulo;foi excelente, gostei muito do show (em especial da participação do Vital Farias, excelente artista, com reconhecimento muito aquém do que merece), mas o fato é que a vontade de ver um show SÓ do Elomar apenas cresceu, já que ele cantou pouco nessa apresentação.Em suma, a oportunidade de finalmente ve-lo chegou a cerca de três semanas, quando fiquei sabendo dos shows que ele faria aqui no Rio.Em outros tempos talvez ele tenha se apresentado por aqui mais frequentemente, mas atualmente é algo tão raro que eu nem cogitei a hipótese de não ir nas duas apresentações, já que sabe-se lá quando eu vou conseguir ver um show dele novamente, rs.E às 10h da terça passada, saí feliz da bilheteria com os ingressos pra apresentação, tendo sido o primeiro a chegar por lá.O esforço valeu a pena, já que os ingressos evaporaram no mesmo dia.
Tive um leve “susto” ao ouvir um sujeito falando na bilheteria que o show não seria dele, e sim um tributo,  com um grupo tocando as suas músicas.Pedi pra ler o release do show, e a descrição da apresentação só fez a minha dúvida crescer, pois era ambíguo, e de fato dava margem pra esse tipo de interpretação.Um funcionário da caixa foi lá dentro ligar pra produção, e voltou com a boa notícia : o Elomar iria participar de fato, do show.
          Quanto aos shows em si, nem sei bem por onde começar.Ver o sujeito tocando e cantando, de perto, foi uma experiência quase mística.Se ele não tocasse ou cantasse nada, e ficasse duas horas apenas falando, contando seus causos e idéias a respeito das coisas, o ingresso já  valeria a pena.Mas enfim, é melhor que ele também toque, rs.Gostei muito do grupo de violonista e da cantora que o acompanham, e que interpretam a maioria das músicas do repertório do show, mas gostaria que o Elomar tivesse participado da execução de todas as músicas, mas enfim, quem sabe em uma outra vez, em outro projeto.O fato é que ve-lo executar algumas de suas músicas nessas duas noites foi algo suficiente pra saciar a minha vontade de ve-lo, ainda que eu provavelmente fosse em  cinco shows seguidos dele, se por acaso ele tivesse feito cinco shows em vez de apenas dois.Não é todo dia que pode-se estar em contato direto com um mito (verdadeiro), e o Elomar é um dos maiores deles(é justo dizer que é um dos maiores entre os vivos e os mortos, por se tratar de um sujeito atemporal, avesso a modismos e modernismos (no show de hoje, inclusive, ao falar do Villa-lobos, que ele disse considerar ser o maior compositor do séc. XX, execrou as composições “modernas” dele, exaltando apenas os seus trabalhos iniciais, e dizendo que o contato do villa-lobos com os modernistas foi um erro.Não concordo, mas enfim, quem sou eu pra discutir ou rebater as palavras do mestre, rs). Enfim…final de semana épico, que guardarei na memória ao longo dos anos.                  ”
(ps1 : Gostei mais do primeiro show, que foi um pouco maior, com mais falatório e mais música.No de ontem ele seguiu o roteiro, além de ter sido redundante em relação ao de sábado).
(ps2 : já foi na exposição “Pernambuco experimental”, que começou terça passada, no MAR?  Vale a pena a visita, tem uma parte dedicada a artistas e discos da década de 1970, é possível ouvir discos do Ave sangria, Lula cortês, Flaviola, o paebiru, etc)

Valeu Maurício, abraço, até a próxima :)


8 de dezembro de 2013

stephen o’malley em ipanema…

pode ter certeza que ele está ali no canto direito da foto… envolto pela escuridão, por dois amplificadores orange de guitarra (nas extremidades) e uma coluna ampeg para baixo (no centro)!

durante uma hora, stephen o’malley lançou ipanema (inteira) nas profundezas dos sons mais escabrosos já

ouvidos no berço da bossa nova! barra muito pesada… ALTO para meirelles!

a pressão foi tão violenta que teve gente baixando emergência depois do terremoto, em mais uma clássica noite oferecida

pelo festival novas frequências!

minha distância para o som gerado por stephen é parecida com a do vasco para a libertadores de 2014…

por mais que em alguns pontos tenhamos conexões bem fortes!

o’malley é 50% do grupo sunn O))), um dos mais adorados nomes da cena drone metal.

cortejado, fotografado, autografado, idolatrado, beijado (as “droninhas” estavam na área) e muito mais…

sempre sorridente, disposto, jogando junto, uma figuraça!

certamente, a apresentação dele poderia ter sido num espaço dez vezes maior que o oi futuro ipanema… e estaria sold-out, mole!

metida que só ela, a xeretinha (vestindo preto de cima abaixo) chegou junto…

manso, guitarrista do binario/tono/rabotnik, mostrou a coleção de K7/Lp/7″…

stephen: “WOW, você tem disco que nem eu sabia ter gravado”!

enfim, para um domingo que promete ser dos mais dramáticos, a música de stephen o’malley soou MEGA

contextualizada, atual, dinâmica, destruidora e arrebatadora!

mas eu não via a hora de chegar em casa e mergulhar fundo em cinco minutinhos de gregory isaacs!

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5 de dezembro de 2013

muito prazer, toop & chelpa…

eis o pai da criança, chico dub…

criado por ele, ontem, aconteceu – no oi futuro ipanema – a segunda noite do festival novas frequências com

david toop & chelpa ferro

barrão, toop, meckler & zerbini.

o inglês abriu, solo, por meia hora sem parar…

em seguida, sem quebrar a sequência, o chelpinha chegou junto… mais quarenta minutos com os quatro no palco, non stop!

conexão “cósmica/cabeleira altíssima”, improvisação em clima “muito prazer, somos o chelpa. igualmente, sou david”…

let’s play!

sinister… mamãe!

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30 de novembro de 2013

cineminha the beatles…

Filed under: fotografia,historinhas,show — Tags:

ontem, no vivo rio… com a xeretinha de terninho & franja:

os ingressos estavam esgotados há dois meses!

a razão?

basta mixar: beatles, liminha, dado, barone, leoni, toni & convidados (paulo miklos, sandra de sá & cia).

ancorados por uma rapaziada (emerson-gustavo-cris) doutorada em john-george-ringo-paul! casca grossa!

não tem erro… ainda mais, quando a proposta não é simplesmente “vomitar” o repertório dos cabeludinhos

de liverpool… e sim, criar novas versões para canções MEGA conhecidas.

e mais, introduzir nos novos arranjos citações a the who, zeppelin e stones!

com todos esses componentes, o formato pode, tranquilamente, ficar uns 30 anos em cartaz!

diversão garantida!

D+!



13 de novembro de 2013

o ruivo mandou pra gente…

lembra quando rodrigo contou no roNca que michael gira (swans) foi o primeiro caboclo a “investir” no banhart?

lembrando que, amanhã, ruivo+banhart+banda estarão no circo voador (rj)!

beleza?



12 de novembro de 2013

o terra…

Filed under: fotografia,historinhas,show

pedro “blackhill” é o maor colecionador de setlists no cone sul… mole!

sábado, tive o prazer de ver o caboclo em ação… na caça dos papelinhos!

e posso garantir que a técnica que ele utiliza é única… e infalível! leNda!

captou os repertórios, ali em cima, de beck e blur?

aproveitando o monento e o email do leonardo ali embaixo, algumas considerações sobre o festival planeta terra:

- foi minha estréia no dito cujo… portanto, não tenho como comparar com edições anteriores

- por estar credenciado, não tive as necessidades da rapaziada que comprou ingresso. aliás, o banheiro era o mesmo… e estava em ótimas condições. sem fila, limpo e água fluindo.

- as filas pra comes & bebes também eram bem razoáveis. inclusive, tinha balcão vazião e neguinho “fazendo questão” de estar na fila. normal, adoramos uma filinha, né?

- o espaço do festival não foi tão gigantesco quanto eu imaginava. a distância entre os palcos (dois) e as áreas de som & luz (house mix) era bem curta. a configuração foi mais pro horizontal que pro comprido, manja? e como não houve super lotação, a circulação foi muito relax!

- the roots e beck fizeram apresentações muito boas. ajudados por uma qualidade de som extraordinária. os dois funcionam como um carrossel sônico. é bala pra todos os lados. tudo misturado. vários estilos.

por exemplo – zeppelin/guns (roots)… e “tainted love” / “billie jean” (beck)!!!

- bernardão & os seletores, como sempre, estremeceram a pista… travis foi bacana

- o blur está na minha lista de bandas favoritas. vou curtir até mesmo se eles tocarem o hino dos listradinhos…

quer dizer… enfim, sou fissuradão! mas gostaria de ter gostado mais do show que fizeram, sábado.

pra começar, o som estava sofrível… pelo menos, de onde eu estava. pior ainda se comparado com a qualidade do beck e roots. ao final do show, muitos dividiram a mesma opinião.

mas o fato é que apenas o som não determina se um show é bom ou não.

o que mais me incomodou foi a falta de gás de damon & seus bluecaps.

eles pareciam muito cansados fisicamente. graham (o guitarrista) estava prestes a sair correndo pra casa…

com uma fisionomia triste, bodado, inerte… damon suou a camisa, tentou, se esforçou, tocou a bola redondinha…

mas, quase sempre, recebeu passe errado.

a tchurma que cola na grade é vibrante, pura energia… mas a que fica lá pra trás não empolga mermo.

um pouco antes, a mesma área estava lotada pelos fiéis seguidores de madame del rey… que vazaram tão logo o “show” acabou… aí, chegou a torcida do blur em quantidade bem menor e devoção quase imperceptível.

ou seja, a liga ficou ainda mais prejudicada!

a mídia diz que a banda “jogou pra galera” tocando hits como “parklife” e “tender”… caraca, se eles não tocarem essas músicas absolutamente comuns, tocariam o quê? as demos feitas por damon no mali?

a vibe brasileira, definitivamente, não impregnou a banda no sentido de fazer um show acima da média…

tanto que cortaram músicas do setlist… e encurtaram outras.

essa acabou sendo a segunda passagem “nota 7″ do blur pelo brasa…

já que a de 1999, também, não entrou pra gaveta dos shows inesquecíveis.

será que um dia teremos a oportunidade de dar “10, nota 10″ pro blur em solo brazuka?

no aguardo!

( :

ah… e respondendo ao leonardo, aqui embaixo:

- infelizmente não fui o responsável pelo dub tocado antes do blur. aliás, estou prestes a colocar, aqui no tico, umas letrinhas sobre essa “tarefa” de sonorizar determinados shows… como fiz, na quinta feira, em são paulo, com yeah yeah yeah’s e red hot!



27 de outubro de 2013

+30, ontem…

os paralamas seguem festejando as três décadas na pista.

ontem, a trupe deslocou o eixo da zona oeste carioca… pressão máxima, no talo.

e a xeretinha coladona…

enquanto herbert aquecia o gogó cantarolando “quadrophenia” (the who)…

a vascainada juntava os sentimentos…

brunão, pedrão, biduzão, gabrielão e fredão… UFA!

alumeia nós, bigorrilho (hahaha, é ruim, hein?)…

e, claro, aTRIPA… sempre preseNte:

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