elza+morengueira, garrincha, roger waters, legião, prince (ou baú#2, no SGR)……

cardápio fortíssimo pra logo mais às 23h, na rádio globo (AM,FM,web)… é a segunda edição do “baú da globo” com os  históricos registros de áudio do SGR.

mané endiabrado (1962), clássicos do pink floyd na apoteose/2002, kid morengueira & lady soares, prince (rock in rio/1991) e legião urbana batendo papo, em 1988… tudinho no dial, se você preferir

( :

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london’s calling…

faz uma semana que uma das maiores leNNNNdas da cidade de são sebastião picou a mula para londres… isso,  pedro “blackhill” pegou o asa dura e partiu rumo ao U.K para realizar seu (dele) maior sonho: morar na cidade onde a música está impregnada em todos os tijolos, becos e kebabs… crazy!

na sexta feira (16), cruzamos os bigodes – com parte d’aTRIPA – ao “som” de pizzas & biricoticos para criar o mood adequado e xeretinha fazer o registro de despedida com pedrão abraçado ao “preto e branco”…

blackhill.tico

“blackhill”, devidamente instalado em hackney, claro, já está com uma programação inoxidável no bolso e prontinho para enviar relatos inoxidáveis como esse… onde, de cara, conferiu…

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“foi o primeiro show deles depois de 2 anos – abriram com Footprints e logo em seguida o Gengibre já começou a dizer que tinha colocado uma válvula no coração, marca-passo, teve pneumonia, infecção …  fisicamente está bem acabado, mas continua tocando pra cacete !  e na sessão de P&R também disse que não tem nada mais chato que dar autógrafos, quando ele sumiu atrás da cortina eu nem arrisquei.

foram só 4 músicas e uma sessão de perguntas da platéia (rolou até um “fuck off” do Ginger pra um dos que ficam contando história e perguntando muito do passado)
e não chegou a 01h15 de tempo total, foram uns 40min, acho

a banda foi a mesma de seu último álbum “Why?”
Ginger Baker – drums
Pee Wee Ellis – saxophone
Alec Dankworth – bass
Abass Dodoo – percussion

não consegui fotos dele tocando, mas registrei Why? completa em vídeo…”

enfim, o rio de janeiro não terá tão cedo a presença de blackhill a iluminar nossos caminhos… mas, em compensação, ele estará mergulhado no mais cabriocárico sonho que um fissurado por sons pode pretender… YEAH!

cheers

segura shogun…

ronca.desenho

as produças dele de 2000 pra cá (nick está na pista desde os anos 80)…

 

a fortaleza (ou o soNho nosso)…

sam1

Assunto: mudanças

“opa, mauricio!

cara, apesar de ainda levemente desnorteado com as mudanças recentes, queria humildemente sugerir / pedir aquele especial ronca #300 na oi fm pra rodar no VAPODN. se eu bem me lembro, não deu tempo de rodar todas as vinhetas dos ouvintes, e o restante apareceu no #301. outra sugestão é um programa que teve a participação do cidadão instigado, nunca consegui ouvir e deve ter sido muito massa.

sou um ouvinte relativamente recente, acho que de 2010 pra cá, e acompanhei as transições oi fm dial –> oi fm web –> só web. sempre ficava uma dúvida de como a pipa ia subir no novo formato, mas ela sempre subiu lindamente, apesar das turbulências…

longa vida ao ronca! a change is (always) gonna come, e a tripa sempre estará presente, vivendo esse sonho!”

filipe, de fortaleza.

sam3

van “the man” & túlio, em barcelona…

brasinha.tico

Assunto: Van Morrison

“Oi Mauricio,

Viajar atras de um festival de música sempre pareceu um motivo óbvio para mim. E segue sendo. Mas é até engraçado notar que pra muita gente essa é uma razão excêntrica, perdi a conta de quanta vezes as pessoas responderam “mas é esse o motivo de você sair do Brasil?” quando eu dizia que o objetivo principal da viagem era o Primavera Sound de Barcelona. Pois bem, para o espanto de alguns europeus é isso que eu mais gosto de fazer todo ano.

Primavera Sound é o festival de melhor custo benefício do mundo. Sempre tem uma curadoria afiada, fica numa cidade linda e os serviços funcionam perfeitamente bem. Esse ano eu fiquei curioso pra ver o show novo do Arcade Fire, pegar o Xx que não vi em São Paulo, conferir mais uma vez o Flying Lotus e principalmente acabar com a agonia de nunca ter visto o Van Morrison ao vivo. A morte do Cohen foi um golpe baixo e quebra de expectativa porque eu ainda tinha muita esperança de ver um show dele qualquer dia. Não deu. Foi praticamente um dever cívico ir no show do Van.

O momento aconteceu num fim de tarde lindo de Barcelona. Um arco azul dourado no  céu em meio a poucas nuvens despedaçadas. Foi num horário cedo para os padrões do festival e tranquilo para ficar encostado na grade e ouvir o som sem problemas. As revelações começaram quando o palco foi montado. Vários microfones para uma banda grande, configuração com baixo acústico e um toque de estilo a lá Raul Gil: a girafa e microfone de Van eram todos dourados. Ele entrou no palco depois da banda toda, portando um saxofone e revelando para mim sua baixa estatura. Nunca imaginei que ele fosse tão baixinho, haha.

Claro que a voz não é a mesma, mas fui muito feliz em estar tão perto dele. A segunda música da setlist foi Moondance e eu cantei alto junto com a plateia ao meu lado, visivelmente de média mais velha do que o resto dos shows. Ele emendou uma versão de Have I Told You Lately e fez um show calmo mais próximo dos standards pop do que das esferas mais lúdicas de seu repertório. Em algumas canções ele tocou mais saxofone do que cantou, delegando o trabalho a duas excelentes backing vocals. O final do show foi o ápice com uma versão mais suingada de “Brown Eyed Girl” e finalizando com “Gloria”. Essa ultima puxou um clima de confraternização incrível. Vibe boa e diferente: parecia mais um show de cruzeiro do que festival de música.

Antes do show começar eu dei uma entrevista para uma TV da Catalunha e falei mal e porcamente espanhol. Falei que queria ouvir especialmente “Into the Mystic”. Ele não tocou, assim como faltaram as musicas do Astral Weeks, meu álbum preferido. Isso me frustou um pouco. Então caiu a ficha… esse show não valeu e eu vou ter que ir atras dele de novo em breve. Já tô olhando a agenda e me preparando pra 2018.

O resto do festival é papo para uma cerveja qualquer dia desses.

Abraços”
Túlio

as flores…

como foi exibido aqui, nandão bateu perninhas por londres (semana passada)… e, ontem, cruzamos os bigodes:

nandao.vinil

cacilds, o disco que eu mais babava pra colocar minhas garrinhas: john cooper clarke & hugh cornwell (the stranglers) deitando os cabelos em pérolas como “macarthur park”, “spanish harlem”, “donna” e outras tantas… D+!

com solo de flauta de ian anderson!